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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Comprimento de Metas em Tempos de Crise

Bem, não sou gestor da área de Recursos Humanos, mas ao longo de minha pequena carreira profissional presenciei muitas situações que para algumas pessoas é comum.
Não vou generalizar dizendo também que todas as empresas atuam da mesma forma, na verdade  algumas  que trabalhei sim e outras não sabem o que se passa no momento da contratação.
Estou falando sobre indicações de candidatos.
Hoje vejo uma grande importância das áreas de Recursos Humanos solicitarem Feedback dos candidatos reprovados, para entender e compreender se o motivo   foi referente ao perfil, falta de interesse, ou outra situação qualquer.
Identifiquei esta necessidade a partir do momento em que estive em três  seleções concorrendo a cargo de gestor,  e fui reprovado mesmo antes de ser entrevistado pelo gestor da área, e os motivos foram as indicações.  Na primeira situação, o candidato já se considerava contratado, pois dizia que foi indicado pela selecionadora que era sua amiga e amigo do Coordenador responsável em determinar qual candidato está apto para a vaga; Na segunda situação, a candidata estando ainda na recepção, recebeu ligação de seus amigos gestores que foram até o local para comprimenta-la e bater um papo, isto tudo ocorrendo na minha presença.  A candidata então foi chamada pelo gestor da vaga, e retornou aproximadamente 01 hora depois. Neste momento fui chamado, e estava disposto a dar o meu melhor, porém não foi possível, pois minha entrevista durou apenas 05 minutos, com uma total falta de interesse e respeito dos participantes em ouvir minhas experiências, competências e expectativas de trabalho, deixando-me totalmente desmotivado e constrangido com a situação; Na terceira situação, após passar por uma bateria de testes, estava aguardando a gestora para um bate papo, e entrou um outro candidato já questionando onde poderia guardar sua marmita. Achei estranho a situação e de repente a selecionadora me chamou e disse que a vaga já estava fechada com outro candidato, este que depois de alguns dias foi meu par em um produto financeiro na própria empresa.

Não quero jamais dizer que as empresas atuam errado com indicações, mas que deve ocorrer um Feedback por parte do candidato, pois em situações parecidas com as que vivenciei, o candidato não seja definitivamente desqualificado pelo Recursos Humanos em dizer que o mesmo participou de diversos processos e não foi aprovado. É compreensível por parte do Recursos Humanos da empresa a não culpa muitas vezes, pois apenas recebe a informação do candidato aprovado pelo gestor da vaga.
Com tudo isso, a sensação é que o candidato é convocado apenas para  o comprimento de Metas do Recursos Humanos, ou seja, para cada vaga concorrida é necessário uma quantidade X de pessoas. As empresas não devem apenas pensar em suas metas neste momento de crise, pois em situações como estas geram desgastes, gastos desnecessários e desmotivação para os candidatos, incluindo neste cenário a convocação de candidatos fora do perfil solicitado.

``Se as empresas atuam com a total transparência, esta não deve ser mostrada``.

``Contratação por Afinidade é um erro comum, pois coloca a amizade acima do Profissionalismo ``.

``Falar bastante sobre a descrição da vaga, responsabilidades, salários e benefícios é tão importante quanto ouvir com atenção as experiências, qualificações e expectativas de trabalho do candidato``.

Acredito que em curto prazo, este seja um novo processo a ser implantado dentro das políticas das empresas, caso contrário, recrutar e selecionar com qualidade não estará funcionando, podendo gerar assim riscos aos negócios.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Petrobrás bancando festa para Parlamentares em Brasília.

O dinheiro desviado da Petrobras teria sido usado para pagar programas em um esquema de prostituição de luxo, que incluiria até mesmo “famosas da TV”. Os detalhes dos programas foram explicados ao MPF (Ministério Público Federal) e à PF (Polícia Federal) pelo doleiro Alberto Youssef e Rafal Angulo Lopez, seu emissor.
A revelação foi feita após os investigadores da Lava Jato questionarem os dois sobre os termos “artigo 162” e “Monik”, encontrados nas planilhas que registravam o destino do dinheiro desviado. Ambos os termos se referem ao pagamento de prostitutas, que chegavam a cobrar até R$ 20 mil por programa.
Ao todo, só em 2012, foram gastos R$ 150 mil na contratação de programas de prostituição. Em alguns casos, participavam famosas por exposição em programas de TV, capas de revista e desfiles de escola de samba. As informações foram divulgadas na edição desta segunda-feira (13) do jornal Folha de S.Paulo.
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